sexta-feira, 25 de abril de 2008

Cálice de Sangue

----------------------------------------
-----------------------------------
CÁLICE DE SANGUE
---------------------------------------------------------------------------

Cálices amaldiçoados
seguro em minhas mãos
sangue do inimigo bebo
com ardor e fartura

vejo meus inimigos morrendo aos poucos
sinto prazer em sua dor
sofrimento e pavor
gritos e mais gritos
adorador da luz
será chamado para pagar a cruz

amaldiçoado pelo fanatismo
chora agora em minha presença
os profetas não podem ajudar
peça misericórdia
e um sorriso malicioso brotará de meu rosto

chama-me de mal absoluto
porém sou bem pior que tudo já visto

a dor vívida e eterna
retumbante em meu coração
sofra e morra seus últimos minutos serão agora

Réquiem

----------------------------------------
-----------------------------------
RÉQUIEM
---------------------------------------------------------------------------

Catástrofes acontecendo
sangue transbordando
mortes por todos os lados
cadáveres por onde ando

escuridão e violência
meu destino negro está ai
mistério e loucura
um assassino a cada esquina

caos e terror
gritos estridentes
violando mulheres
matando homens

horror, pesadelos mortais
crianças mortas
penduradas de cabeça para baixo
corpos por todas as partes

colisão de sangue
ação e reação
lembranças arruinadas
perdendo o controle total

mortes em meu corpo
sangue em minhas mãos
pesadelos vívidos em minha mente
adorando o demônio que existe em mim

criaturas e criadores
trazendo a dor a todo lugar

sexta-feira, 11 de abril de 2008

sexta-feira, 14 de março de 2008

Me
Circle I Limbo

The Pope
Circle II Whirling in a Dark & Stormy Wind

Greens
Circle III Mud, Rain, Cold, Hail & Snow

Gray Davis
Circle IV Rolling Weights

Saddam Hussein
Circle V Stuck in Mud, Mangled

River Styx

Osama bin Laden
Circle VI Buried for Eternity

River Phlegyas

Objectivists
Circle VII Burning Sands

Bill Clinton
Circle IIX Immersed in Excrement

Scientologists
Circle IX Frozen in Ice

Design your own hell

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Canção dos Pássaros Mortos




Vai-se um
A plumagem enrubece
O tiro certeiro
O sangue batiza a terra

Seu corpo sem vida
Jaz em paz no chão

O vento sopra a canção fúnebre
Os anjos cantam com temor

Diva de mil encantos
Seu vestido está sujo de sangue

Suas mãos estão frias
Seus lábios estão congelados

Não sinto seu coração
Não sinto seu amor

Toco apenas em seu corpo desejável
Virgem e puro

Desnudo seus seios
Beijo-os com ardência

Sinto-me sublime
Em a desejar
No seu último suspiro
Antes de se retirar para a eternidade